Saiba quais são os perigos da automedicação para os rins


Este hábito não pode virar rotina | Foto: Divulgação

Conheça os principais problemas que o hábito pode causar aos órgãos

É comum, ao surgir uma dor de cabeça ou no corpo, recorrer a um medicamento sem prescrição médica. Principalmente àqueles que não possuem tarjas e são liberados nas farmácias.

Quem nunca fez isso, não é mesmo? Mas este hábito não pode virar rotina e deve ser evitada ao máximo, já que o uso excessivo de remédios ocasiona diversos problemas à saúde, inclusive danos aos rins.

Inflamações como nefrite túbulo intersticial e glomerulonefrites, acometimento agudo da função renal, conhecido como injúria renal aguda, e até mesmo o desenvolvimento da doença renal crônica são diagnósticos que podem ocorrer em pessoas que se automedicam.

Tomar remédios indiscriminadamente também pode causar efeitos colaterais no tratamento de outras doenças, disfarçar sintomas, dificultar diagnósticos e até mesmo agravar um quadro clínico inicial.

A diminuição dessas moléculas pode ocasionar elevação da pressão arterial e do potássio no sangue, retenção de líquidos, com presença de edema. DE acordo com os nefrologistas, muitas outras drogas também podem acarretar alteração da função renal de forma aguda ou crônica, por isso é importante salientar que a ação nefrotóxica dependerá muito da susceptibilidade individual, dose utilizada, tempo de exposição e principalmente pela presença de fatores de risco.

Diante desses fatores, a ingestão de qualquer medicamento deve ser criteriosa e indicada pelo médico que acompanha o quadro.

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